Conversa entre marca e consumidor

18 de setembro de 2009

Fala Galera! Agora o Sapo Barbado vai ganhar um novo colaborador! Um grande amigo Planner e Presidente da Doisnovemeia Publicidade, Lupércio Leão, Lup Leão.

Esse novo post já é dele!

O assunto já é meio batido, mas achei um artigo bem legal, cheio de cases, que me inspirou a fazer esse post. Boca a boca, buzzmarketing, viralização, mídias sociais. O fato é que a força da opinião individual dos consumidores cresce de forma exponencial. Há cerca de dez anos, havia uma espécie de “ditado”, que dizia:

Em média, um consumidor insatisfeito depõe contra a marca a 10 outras pessoas, enquanto um consumidor satisfeito a recomenda a apenas 5.
Pois é, dez anos se passaram, um período no qual a internet se difundiu ainda mais, veio a WEB 2.0 e o poder das mídias sociais, o que fizeram esses números dobrarem (até onde eu sei). E hoje, como as marcas devem se portar perante o consumidor? Oferecer um bom produto/serviço e comunicar é apenas o básico. A diferenciação ocorre, em diversos casos, a nível de diálogo. O uso das mídias sociais viabiliza tal diálogo em prol do “monólogo”. Hoje, as marcas podem, de fato, conversar com seus consumidores, atendendo suas necessidades e ficando atentos ao que estão dizendo sobre elas.

A seguir, como de praxe, um vídeo da Common Craft, uma série de vídeos divertidos, que abordam diversos assuntos. O engraçado é ele dizer “Social Media may be the next big thing”:


Internet? Conheço, claro…

27 de julho de 2009

Quando a Internet começou a ser formada, ninguém tinha idéia do que ela seria. Com cerca de 20 anos, se tornaria uma das invenções mais fantástica de todos os tempos e revolucionaria a forma humana de se relacionar, sendo responsável pela maior parte do trânsito de informação atual.

O desenvolvimento dos Protocolos de Internet (IP) e da World Wide Web (WWW) foi o que permitiu à Internet adquirir tamanho alcance. Até chegar aí, entretanto, foram muitas mãos, cabeças e programas trabalhando de forma a contribuir para o desenvolvimento da net, principalmente os estudantes universitários de pós-graduação. O que corrobora o que eu li no livro “A Galáxia da Internet”, que “coordenação e liberdade de informação podem ser mais propícias à inovação do que a competição e os direitos de propriedade”. E é justamente o que praticamos hoje: liberdade de informação, incentivo à inovação e compartilhamento colaborativo.

Web 1 Web 2 Web 3… quê?

Muita coisa mudou desde aquele final da década de 80 até os dias de hoje. E mais do que uma mudança tecnológica, ocorreu também, e principalmente, uma mudança cultural na forma como utilizamos Web e nos relacionamos.

Os conceitos de Web 1, 2 ou 3.0 ainda geram polêmicas. Os limites entre o que é Web 1.0 e Web 2.0 ainda não estão completamente definidos, mas é fato que essa evolução se deu a partir da mudança de postura e percepção do próprio usuário na Web. A nova “cara” do usuário de internet: mais crítico, desafiador, curioso e ativo, aponta o caminho evolutivo da Internet. A falta de tempo e a possibilidade de interagir com várias pessoas ao mesmo tempo falando de vários assuntos e integrando linguagem visual (compartilhando vídeos e fotos) e sonora (compartilhando músicas, sons e conversas por áudio); permitindo que, sem sair de casa, possamos esquecer as distâncias e compartilhar experiências, opiniões, conteúdo e idéias que, mesmo tendo importância só para o nosso ciclo de amigos, têm importância; essa necessidade fez com que a internet evoluísse de forma a destacar as redes sociais (Web 2.0). Já a Web 3.0 surge da necessidade de filtrar a quantidade absurda de informação produzida hoje. Informações essas que existem porque os usuários a inserem e procuram por ela na rede.

Mas a diferença básica entre web 1.0 e 2.0 é mesmo a questão da interatividade, do visual e da linguagem dos sites que hoje podem ser exportados para outros formatos (feeds, por exemplo). Na cultura de web 2.0, os melhores sites e as melhores ações são aquelas que permitem que os usuários gerem conteúdo, criem comunidades e interajam com a marca, com pessoas, com valores, com conteúdo, com idéias.

Post produzido por:
Ellen Galvao
Planner –  Doisnovemeia Publicidade