Conversa entre marca e consumidor

18 de setembro de 2009

Fala Galera! Agora o Sapo Barbado vai ganhar um novo colaborador! Um grande amigo Planner e Presidente da Doisnovemeia Publicidade, Lupércio Leão, Lup Leão.

Esse novo post já é dele!

O assunto já é meio batido, mas achei um artigo bem legal, cheio de cases, que me inspirou a fazer esse post. Boca a boca, buzzmarketing, viralização, mídias sociais. O fato é que a força da opinião individual dos consumidores cresce de forma exponencial. Há cerca de dez anos, havia uma espécie de “ditado”, que dizia:

Em média, um consumidor insatisfeito depõe contra a marca a 10 outras pessoas, enquanto um consumidor satisfeito a recomenda a apenas 5.
Pois é, dez anos se passaram, um período no qual a internet se difundiu ainda mais, veio a WEB 2.0 e o poder das mídias sociais, o que fizeram esses números dobrarem (até onde eu sei). E hoje, como as marcas devem se portar perante o consumidor? Oferecer um bom produto/serviço e comunicar é apenas o básico. A diferenciação ocorre, em diversos casos, a nível de diálogo. O uso das mídias sociais viabiliza tal diálogo em prol do “monólogo”. Hoje, as marcas podem, de fato, conversar com seus consumidores, atendendo suas necessidades e ficando atentos ao que estão dizendo sobre elas.

A seguir, como de praxe, um vídeo da Common Craft, uma série de vídeos divertidos, que abordam diversos assuntos. O engraçado é ele dizer “Social Media may be the next big thing”:


Pessoas têm história e as marcas?

15 de abril de 2009

A toda poderosa web 2.0 proporcionou uma evolução nas marcas. A necessidade de interagir com o consumidor transformou as marcas em pessoas. Com o boom das mídias sociais essa necessidade de interação aumentou. A marca como pessoa precisa conversar com seu consumidor, precisa interagir, viver tendências.

Analisando os diferentes tipos de discussões de como humanizar uma marca, de como atender o consumidor com um diálogo direto e, principalmente, como ouvir o consumidor, percebi que falta algo em algumas marcas: história.

A maioria das empresas não divulgam sua história como “história de vida”. A história da criação é apenas uma informação no site e pronto. Se o intuito é humanizar, aproximar-se do consumidor dizendo: “eu te entendo e sei do que você precisa”, cadê as estratégias de branding?Cadê o posicionamento pessoal? Estratégia de relacionamento?

Sim, esse assunto é bem complexo e lógico que não cabe para algumas categorias de mercado. Porém, que isso seja uma reflexão para as marcas que procuram ter um diálogo direto com o consumidor.

E toda essa reflexão culminou quando eu assisti um filme da Honda sobre a sua história.

Pensou em um documentário?Não.

A Honda procurando alinhar-se ao seu posicionamento “Power of Dream” criou um institucional sensacional sobre a sua criação.

Para fortalecer essa idéia de Branding, sugiro um site da Wolff Olins que apresenta diversas reflexões e idéias sobre o trabalho de Brand.

Wolff Olins é uma empresa inglesa de consultoria de marca (Branding), possui escritórios em Londres, NYC e Dubai. É formada por designers, consultores e planejadores.