2° dia Almanaque de Criação – As marcas nas mídias sociais

30 de março de 2009

4° Almanaque de Criação

4° Almanaque de Criação

No segundo dia, o 4° Almanaque de Criação surpreende e traz dois profissionais de grande qualidade, Suzana Apelbaum e Jeff Paiva, para discutir o grande foco atual: Mídias Sociais e a presença das marcas.

Em uma apresentação objetiva, Suzana mostra as infinitas possibilidades de trabalhar as marcas dentro do ambiente de rede sociais. A sócia-diretora de criação da Hello reforçou a importância de entender a verdadeira função de uma rede social para a marca. No trabalho de posicionamento em uma rede social, a marca não deve se apresentar como uma empresa e, sim, como uma pessoa. Complementando o dia, o gerente de social media da Agência Click discute a importância de uma estratégia de open source branding e a função das mídias sociais nessa construção open source.

Com o show de cases como: case Heroes, case Obama e Punto, os palestrantes mostraram a importância da presença de marca em um ambiente interativo. Mas o que é essa interatividade em mídia social? Qual é a melhor maneira de trabalhar nessa plataforma?

Em vários momentos das palestras, uma palavra era repetida: relevância.  Toda e qualquer estratégia no meio on-line ou off-line, em minha opinião, ganhará audiência e principalmente, retorno do público se a idéia por trás for relevante. Uma estratégia pertinente não passa despercebida pelo target. Devemos pensar, como foi dito várias vezes, em estratégias onde a marca é e tem algo relevante para seu público. Não adianta uma comunicação onde o foco é a interatividade através de “coisinhas legais”, mas através de uma comunicação pertinente, relevante que possa agregar conteúdo ao seu público.

Em mídias sociais, a visibilidade não é só feita pelo grande esforço de presença da marca, mas também por sua relevância no bate-papo com o usuário. Conhecer, entender e, com certeza, saber conversar é o único jeito de ser pertinente e gerar relacionamento com o cliente.

Fontes: Agência Click, Riot, Hello Interactive

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1º dia Almanaque de Criação : Modelos de Agência

26 de março de 2009

4º Almanaque de Criação

4º Almanaque de Criação

Fugindo e não fugindo um pouco da proposta do Sapo Barbado, tenho que relatar a palestra do primeiro dia do Almanaque de Criação. A grande e polêmica discussão: MODELO DE AGÊNCIA. Com a brilhante e bem diagramada palestra de Regina Augusto, Diretora Editorial da M&M, percebemos que esse assunto vai dar pano para manga, principalmente em tempos de Crise.

De forma direta, Qual é o melhor modelo de uma agência?Modelos reduzidos são mais eficientes?O que tem em comum entre as agências?O que as diferenciam no mercado?Em uma explanação enxuta sobre o mercado e novas tendências, Regina Augusto mostra as possibilidades do mercado brasileiro têm para se diferenciar do mundo. E elas são: um mercado cheio de inovações em comunicação muito além da publicidade; matéria-prima (publicitários) de excelente qualidade e principalmente um mercado disposto a mudanças.

Temos tudo para se diferenciar, mas o que falta? Correr riscos.

Regina, em sua pesquisa de agência, destacou que o que as agências têm em incomum é querer correr riscos. E para isso frisou que agências devem ter e  estar preparadas com um ótimo clima interno, veja: Crispin Porter + Bogusky, Naked, Wieden + Kennedy. São relativamente novas para suportar mudanças, pois uma agência engessada e basicamente tradicional não reagiria bem a essas transformações. Deve ter uma “filosofia” para liberdade de criação, onde não se pensa em formatos e sim na idéia de onde tudo convergirá. Finalmente deve possuir, e eu concordo fortemente, mútua confiança cliente-agência. Uma relação de motivação e inspiração com o cliente, quer dizer, a idéia deve ser pensada junta. E o resto é questão de coragem, escolha e crença para acreditar que o futuro será de sucesso.

As respostas para aquelas indagações? Bem…isso fica para cada um responder, pois há modelos e modelos, estratégias e estratégias, mercados e mercados. O que vale é a criatividade e uma proposta pertinente.