Último dia Almanaque de Criação – Podcast 3,8

5 de abril de 2009

Almanaque de Criação

Podcast Sensacional. André Matarazzo da Gringo, Ricardo Figueira da Isobar, Sergio Mugnaini  da AlmapBBDO e Dudu Camargo da Colméia atendem mais do que esperado e surpreendem a platéia com o show de discussões sobre o rumo da publicidade.

Com um vídeo com 10 criativos internacionais comentando sobre o que eles acham da publicidade brasileira, a galera 3,8 mostra que o Brasil está em alta lá fora, uma idéia aqui. Complementando o que a Regina discutia no primeiro dia, o podcast tomou rumos para formatos de agência e a idéia de trabalhar com projetos.

O grande exemplo de ser trabalhar com projetos foi a campanha de lançamento do Punto T-JET da parceria Colméia, AgênciaClick . Uma campanha lançada ao vivo no BBB9 que teve continuidade na internet.

Excelente discussão, vários assuntos que infelizmente levariam vários post para relatá-los. Contudo, aguardem o 3,8 2009 vai rolar algo interessante sobre o debate.

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3° dia Almanaque de Criação – Tradicional x Alternativo

5 de abril de 2009

Almanaque de Criação

Desculpe a demora para atualizar . Essa semana o bicho pegou.

Depois de dois dias gloriosos do 4° Almanaque de Criação, o terceiro dia vem com duas discussões totalmente pertinentes. No período da explosão digital e da tão falada crise, Guga Ketzer da Loducca fala sobre a “publicidade tradicional” em tempos de novas tendências e Fernando Campos da SantaClaraNitro discute “os rumos da publicidade em tempos de crise”.

Exemplos não faltaram para Guga Ketzer, sócio e diretor de criação, mostrar que a publicidade tradicional tem espaço e força para impactar o target. Essa discussão é totalmente cabível. Há quem fale que a internet e mídias alternativas vão dominar o universo da propaganda, massacrando a nossa grande mídia tradicional: televisão.

O Diretor de Criação mostra que é possível ter atenção, basta utilizar o tradicional de forma alternativa. A comunicação nesse meio deve ser um “tradicional alternativo”. O formato tradicional com o conteúdo diferente e irreverente, principalmente, impactante, agressivo. Veja: Dafra e Nextel

Para Fernando Campos, sócio e diretor de criação, a publicidade em tempos de crise mostra quem somos, publicitários, e para que viemos.  Em uma palestra rápida, Campos coloca a importância de assegurarmos no meio publicitário campanhas diferentes com resultados pertinentes. Não é tempo de errar, mas é tempo de arriscar.

O diretor de criação mostrou umas das infinitas possibilidades de inovar, arriscar e não gastar muito. Em uma estratégia eficiente, SantaClaraNitro se promove com uma campanha de natal divertida. A mecânica era a seguinte: dicas eram postadas no youtube. Quem adivinhasse, ganhava o presente. Se não me engano, um dos presentes foi passar o reveillon com o pessoal da SantaClaraNitro em um lugar que não me lembro nome, mas garanto que era excelente.


2° dia Almanaque de Criação – As marcas nas mídias sociais

30 de março de 2009

4° Almanaque de Criação

4° Almanaque de Criação

No segundo dia, o 4° Almanaque de Criação surpreende e traz dois profissionais de grande qualidade, Suzana Apelbaum e Jeff Paiva, para discutir o grande foco atual: Mídias Sociais e a presença das marcas.

Em uma apresentação objetiva, Suzana mostra as infinitas possibilidades de trabalhar as marcas dentro do ambiente de rede sociais. A sócia-diretora de criação da Hello reforçou a importância de entender a verdadeira função de uma rede social para a marca. No trabalho de posicionamento em uma rede social, a marca não deve se apresentar como uma empresa e, sim, como uma pessoa. Complementando o dia, o gerente de social media da Agência Click discute a importância de uma estratégia de open source branding e a função das mídias sociais nessa construção open source.

Com o show de cases como: case Heroes, case Obama e Punto, os palestrantes mostraram a importância da presença de marca em um ambiente interativo. Mas o que é essa interatividade em mídia social? Qual é a melhor maneira de trabalhar nessa plataforma?

Em vários momentos das palestras, uma palavra era repetida: relevância.  Toda e qualquer estratégia no meio on-line ou off-line, em minha opinião, ganhará audiência e principalmente, retorno do público se a idéia por trás for relevante. Uma estratégia pertinente não passa despercebida pelo target. Devemos pensar, como foi dito várias vezes, em estratégias onde a marca é e tem algo relevante para seu público. Não adianta uma comunicação onde o foco é a interatividade através de “coisinhas legais”, mas através de uma comunicação pertinente, relevante que possa agregar conteúdo ao seu público.

Em mídias sociais, a visibilidade não é só feita pelo grande esforço de presença da marca, mas também por sua relevância no bate-papo com o usuário. Conhecer, entender e, com certeza, saber conversar é o único jeito de ser pertinente e gerar relacionamento com o cliente.

Fontes: Agência Click, Riot, Hello Interactive


1º dia Almanaque de Criação : Modelos de Agência

26 de março de 2009

4º Almanaque de Criação

4º Almanaque de Criação

Fugindo e não fugindo um pouco da proposta do Sapo Barbado, tenho que relatar a palestra do primeiro dia do Almanaque de Criação. A grande e polêmica discussão: MODELO DE AGÊNCIA. Com a brilhante e bem diagramada palestra de Regina Augusto, Diretora Editorial da M&M, percebemos que esse assunto vai dar pano para manga, principalmente em tempos de Crise.

De forma direta, Qual é o melhor modelo de uma agência?Modelos reduzidos são mais eficientes?O que tem em comum entre as agências?O que as diferenciam no mercado?Em uma explanação enxuta sobre o mercado e novas tendências, Regina Augusto mostra as possibilidades do mercado brasileiro têm para se diferenciar do mundo. E elas são: um mercado cheio de inovações em comunicação muito além da publicidade; matéria-prima (publicitários) de excelente qualidade e principalmente um mercado disposto a mudanças.

Temos tudo para se diferenciar, mas o que falta? Correr riscos.

Regina, em sua pesquisa de agência, destacou que o que as agências têm em incomum é querer correr riscos. E para isso frisou que agências devem ter e  estar preparadas com um ótimo clima interno, veja: Crispin Porter + Bogusky, Naked, Wieden + Kennedy. São relativamente novas para suportar mudanças, pois uma agência engessada e basicamente tradicional não reagiria bem a essas transformações. Deve ter uma “filosofia” para liberdade de criação, onde não se pensa em formatos e sim na idéia de onde tudo convergirá. Finalmente deve possuir, e eu concordo fortemente, mútua confiança cliente-agência. Uma relação de motivação e inspiração com o cliente, quer dizer, a idéia deve ser pensada junta. E o resto é questão de coragem, escolha e crença para acreditar que o futuro será de sucesso.

As respostas para aquelas indagações? Bem…isso fica para cada um responder, pois há modelos e modelos, estratégias e estratégias, mercados e mercados. O que vale é a criatividade e uma proposta pertinente.